COVID-19 Medidas e Informações

Casa dos Animais de Lisboa

A Casa dos Animais de Lisboa (CAL) é o Centro de Recolha Oficial (CRO) de animais errantes na cidade. Promove a sua captura e tratamento, executa ações para reduzir o abandono e fomenta a adoção responsável.  A CAL disponibiliza toda a informação sobre os animais em condições de serem adotados e pode ser visitada em dias úteis, das 09h30 às 12h00 e das 14h30 às 16h30, aos fins-de-semana e feriados, das 10h00 às 12h00.

Contacte a Casa dos Animais de Lisboa
 

Consulte a lista de animais para adoção

Atividades da Casa dos Animais de Lisboa

Sequestros Preventivos

Captura e sequestro preventivo (15 dias), de animais agressores e/ou agredidos, para prevenção da raiva.

Animais com dono: deve ser apresentado o boletim sanitário, o registo e a licença.

Animais agressores vacinados: após observação do médico veterinário municipal, o sequestro poderá ser domiciliário, devendo ser apresentado atestado do médico veterinário responsável pela vigilância do animal durante o sequestro.

Taxa

Eutanásia

Quem pode pedir: dono do animal.

Requisitos: atestado de médico veterinário, solicitando a sua morte.

Ver Anexo 1 do Manual de Procedimentos da Casa dos Animais de Lisboa


 

 

Taxa

Restituição de animais

Entrega de animais perdidos ao dono.

Requisitos: boletim sanitário, e, no caso dos cães, registo e licença.

Animais não registados e/ou vacinados: permanência na CAL por um período mínimo de 15 dias.

Taxa de alojamento

 

Animais vadios ou errantes

Animais Vadios, Errantes ou Acidentados

Captura de cães e gatos, vadios ou errantes, em locais públicos.

Quem pode pedir: munícipes, sempre que se verifique perigo para a saúde pública ou segurança de pessoas.

Animais mortos ou acidentados

Animais Mortos

Recolha de animais mortos, sinistrados, em casa ou no espaço público.

Quem pode pedir: dono do animal ou munícipes.

 


Taxa de recolha e taxa de incineração

Programa de Captura, Esterilização e Devolução (CED)

Captura de animais errantes e despiste das principais doenças, para defesa da saúde pública e meio ambiente.

Gatos saudáveis: esterilização e libertação, no mesmo local, em número adequado ao espaço e condições.

Conselhos para tratamento de animais em colónias:

  • não alimente os animais com restos;
  • renove a água com frequência;
  • desparasite os animais, em simultâneo, de 3 em 3 meses;
  • coloque caixas para dejetos, e assegure a limpeza diária;
  • construa abrigos cobertos.

CRAS

Centro de Recuperação de Animais Silvestres

Equipamento municipal que desenvolve a sua atividade no domínio da medicina e biologia da conservação. Dedica-se à reabilitação de animais silvestres e apresenta-se também como um recurso ao nível da formação, da educação ambiental e da investigação científica nas áreas relacionadas, nomeadamente ciências médicas e biológicas.

 

Mais informação sobre o CRAS

Processos de reabilitação

Uma equipa multidisciplinar especializada recebe os animais debilitados, doentes, feridos ou provenientes de cativeiro ilegal e promove a sua reabilitação com vista à reintegração no meio natural.

Dada a natureza selvagem destes animais, as técnicas de reabilitação e os requisitos de alojamento e alimentação são bastante distintos dos animais domésticos. O silêncio e isolamento representam uma componente indispensável do processo de recuperação, razão pela qual a visitação é impraticável pois comprometeria o seu sucesso, impedindo a devolução dos animais à natureza.

O internamento do CRAS é uma área que se destina a receber os animais que necessitam de uma monitorização clínica constante e rigorosa. Nesta unidade, após avaliação clínica e estabelecido o protocolo terapêutico adequado a cada caso, o animal é acomodado numa unidade de cuidados intensivos (box de tamanho adequado, que permite o constrangimento de alguns movimentos por forma a que não haja agravamento do quadro clínico), enquadrada num ambiente climatizado e acima de tudo tranquilo.

Após a alta clínica, os animais são transferidos para os parques de recuperação, onde vão concluir  o processo, nomeadamente retomando comportamentos característicos da espécie, como o vôo, a caça e outros, essenciais à sua sobrevivência.

O processo culmina na libertação do animal no seu habitat natural, para que retome o seu papel no ecossistema.