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Em execução

Largo do Rio Seco

A intervenção abrange principalmente todo o espaço público da R. Rui de Pina, conjuntamente com a sua encosta devoluta no lado poente, continuando a descer pelo início do Largo do Rio Seco até à zona do “largo” propriamente dito, onde o espaço público se abre e alarga, estabelecendo ligações a quatro arruamentos diferentes: R. Diogo Cão, R. Aliança Operária / Travessa do Giestal, R. D. João de Castro e R. Silva Porto


O Largo do Rio Seco é circunscrito a norte pelo início da Rua do Rio Seco e a sul pelo cruzamento com a Rua da Aliança Operária e Travessa do Giestal, bem como pelo túnel que liga o Largo ao topo da Rua Diogo Cão. A poente, a área de intervenção abrange ainda a Rua do Mirador, até às escadinhas que ligam pedonalmente esta Rua ao Largo do Rio Seco. E a nascente, a área de intervenção engloba o início da Rua D. João de Castro, na sua frente edificada mais antiga.

Dados gerais

Freguesias: Ajuda / Alcântara

Bairro: Rio Seco

Início: março 2021

Fim (previsão):setembro 2021

Área: 8.390 m2

Empreiteiro: Luís Frazão, SA e Vibeiras, SA. (Dono de Obra SRU)

Planta síntese

Mais informação

ForçasFraquezas
 
  • polo de confluência do Bairro do Rio Seco (entrada/saída do bairro)
  • porta de entrada no Parque Urbano do Rio Seco
 
 
  • descaracterização do espaço público
  • anarquia da rede viária
  • conjunto edificado de baixo valor arquitetónico
 
OportunidadesAmeaças
 
  • demolição do antigo mercado (encerrado)
  • aproveitar a sinergia da construção do Parque Urbano do Rio Seco para, através do reperfilamento da Rua Eduardo Bairrada, reforçar a continuidade da estrutura verde para o largo
 
 
  • peso do estacionamento no ordenamento do espaço público
  • edificado em mau estado de conservação
 

 

Espaço público

  • criação de um pavimento único que permita uma utilização mista do espaço público;
  • aumentar as áreas pedonais, potenciando as zonas de esplanada;
  • criação de um corpo arbóreo que permita ser o elemento configurador do espaço público e reduza o impacto da heterogeneidade do edificado envolvente;
  • introdução de um pavimento com um albedo elevado que melhore o nível de luz do espaço;
  • alargamento da intervenção à Rua do Rio Seco, permitindo uma zona de transição entre a Rua Eduardo Bairrada e o Largo do Rio Seco;
  • criação neste espaço de uma bolsa de estacionamento regrado.

Estudo urbano

  • estudo de fachadas do edificado envolvente ao Largo com definição de cérceas, materiais e paleta de cores, dotando-o de coerência arquitetónica;
  • especial incidência ao nível do rés-do-chão.

Economia e inovação

  • desenvolvimento de iniciativas pela Câmara Municipal de Lisboa / Juntas de Freguesia de modo a potenciar a reconversão de algumas áreas comerciais para usos que permitam a apropriação do espaço público;
  • aplicação de estratégias de apoio à reabilitação do edificado e sua reconversão.
  • reconfigurar o espaço público a partir da sua memória e identidade original;
  • aumentar o espaço pedonal, de estadia e lazer;
  • aumento da largura dos passeios e introdução de pavimento confortável;
  • zonas de coexistência;
  • diminuição da largura das faixas de rodagem promovendo a diminuição da velocidade de circulação automóvel;
  • reordenar o estacionamento existente e criação de novos lugares;
  • dotar a zona de intervenção com mobiliário urbano;
  • aumento de área verde e plantação de espécies arbóreas;
  • reforço e relocalização de ecopontos.
  • participação online durante os meses de março e abril de 2015;
  • sessão pública realizada no Sporting Clube do Rio Seco (7 de fevereiro de 2019) para apresentação do projet.

Principais preocupações e sugestões apresentadas durante a fase de participação online:

Na envolvente / proximidade

  • requalificação do espaço, que não tem passeios, e fazer a ligação com os novos jardins da Rua Eduardo Bairrada (Rua do Rio Seco);
  • o cruzamento do Largo do Rio Seco com a Rua da Aliança Operária devia ser melhorado com a colocação de sinalética para Monsanto, Universidades, Palácio, entre outros destinos:
  • a rede de transportes públicos deveria ser melhorada, com aumento da oferta para um maior número de destinos, por exemplo, para a zona central e oriental.

Circulação automóvel

  • o largo é um local com muito movimento durante o dia, pois intercepta a Rua da Aliança Operária onde passam muitos autocarros e há trânsito considerável, sendo de assinalar, também, os carros estacionados diariamente em cima dos passeios;
  • o interior do largo é um cruzamento com má visibilidade onde amiúde carros se encontram fora de mão, devido à falta de referências e também à largura reduzida de ruas e curvas que desembocam no Rio Seco;
  • é oportuno ordenar o estacionamento em toda a extensão do largo e zona do Rio Seco;
  • a falta de planeamento permite estacionamento arbitrário;
  • reduzir os carros no largo e se possível algum transporte público.

Circulação pedonal

  • os passeios são muito estreitos e encontram-se em muito mau estado de conservação;
  • é um local de passagem de pessoas com mobilidade reduzida e muitas crianças que enfrentam muitas dificuldades de circulação;
  • criar passeios em toda a extensão do largo e na zona do Rio Seco, se possível, com dimensões maiores que os (poucos) existentes.

Espaço para estar / lazer

  • reabilitação do largo com demolição do antigo mercado, devoluto há muitos anos, e no seu lugar construir um pequeno espaço ajardinado com a reabilitação do chafariz situado no largo;
  • restaurar o fontanário do Rio Seco que se encontra ao abandono;
  • colocar no centro do largo bancos e vegetação;
  • aumento da iluminação de rua.

Outras sugestões e questões

  • demolições de algum edificado devoluto e/ou sem qualidade arquitectónica;
  • demolição do antigo mercado, considerado um perigo para a saúde pública;
  • requalificar edifícios degradados e dar solução às casas abandonadas;
  • promover transportes públicos na zona com carácter local, de bairro, à semelhança de outras novas freguesias de Lisboa;
  • necessidade de investimento nos edifícios da freguesia da Ajuda, sobretudo ao nível da preservação e revalorização das casas;
  • necessidade de atrair novos serviços e comércio.