COVID-19 Medidas e Informações

A intervenção nos bairros e zonas a reabilitar ou requalificar, deve promover projetos participados, envolvendo os serviços municipais, as juntas de freguesia, as associações de moradores, coletividades, organizações não-governamentais e movimentos de cidadãos.

A câmara tem em curso diversos programas para melhorar a qualidade de vida urbana, a coesão territorial, e promover a coesão social.

Loja para Todos

Programa de promoção do desenvolvimento local, em Bairros Municipais, de projetos em áreas de interesse municipal, designadamente no âmbito comercial, social, cultural, desportivo e recreativo, sob a forma de cedência precária de lojas ou outros espaços não habitacionais às entidades que escolham localizar aí as suas atividades.

Destina-se ao desenvolvimento de atividade de entidades (fundações, IPSS, ou outras entidades), sem fins lucrativos, que prossigam fins de interesse público municipal e ao desenvolvimento de atividades comerciais, projetos de empreendedorismo e empregabilidade local.

A atribuição de cada espaço é efetuada mediante avaliação, com ponderação dos critérios definidos no Regulamento de Atribuição de Apoios pelo Município de Lisboa (RAAML), e tendo em conta as necessidades identificadas para cada bairro.

O programa tem várias edições ao longo do ano.

Mais informação

Bip/Zip

Visa dinamizar parcerias e pequenas intervenções locais em Bairros e Zonas de Intervenção Prioritária, através do apoio monetário a projetos de juntas de freguesia, associações locais, coletividades e organizações não-governamentais.

Mais informações

Com a aprovação das Normas do Programa de Atribuição de Espaços Não habitacionais para Fins Comerciais, Sociais, Desportivos, Culturais e Recreativos foram revogados os programas Loja no Bairro e Bairro Com(Vida).


Programas não municipais

Programa Bairros Saudáveis

Programa público, de natureza participativa, para melhoria das condições de saúde, bem estar e qualidade de vida em territórios vulneráveis.

É um programa de pequenas intervenções, através do apoio a projetos apresentados por associações, coletividades, organizações não governamentais, movimentos cívicos e organizações de moradores, em articulação com as autarquias, as autoridades de saúde ou demais entidades públicas. Visa sobretudo dar algum poder, no sentido de “poder fazer”, a comunidades residentes e pessoas ou organizações intervenientes em territórios vulneráveis.

Mais informação