Corredor Verde de Monsanto

O Parque Florestal de Monsanto, pela sua dimensão, constitui uma unidade autónoma dos restantes corredores verdes.

O Corredor Verde de Monsanto (CVM) – cujos estudos se iniciaram em 1977 – foi projetado pelo arquiteto paisagista Gonçalo Ribeiro Telles. Integra a estrutura ecológica da cidade, ligando-a ao Parque Florestal de Monsanto (PFM), numa extensão de cerca de 2,5 km, e uma área de 51 hectares.

Atualmente, é possível percorrer esta extensão a pé e de bicicleta, na ciclovia que começa no Jardim Amália Rodrigues (Alto do Parque Eduardo VII). Uma vez no PFM, terá acesso a uma rede de cerca de 40 km.

De sul para norte, o CVM integra:

  • Avenida da Liberdade;
  • Parque Eduardo VII;
  • Jardim Amália Rodrigues;
  • Ciclopedonal sobre a Rua Marquês da Fronteira (inaugurada em 2012);
  • Zona de prado junto ao Palácio da Justiça, com 1 hectare de prado biodiverso de sequeiro;
  • Parque de skates;
  • Duas áreas fitness;
  • Miradouros;
  • Ponte Ciclopedonal “Gonçalo Ribeiro Telles”;
  • Jardins da Amnistia Internacional;
  • Parque Hortícola Jardins de Campolide;
  • Parque de Recreio Infantil e Juvenil;
  • Parque Urbano da Quinta José Pinto;
  • Ligação à Avenida Duque d´Ávila (permite deslocação a pé ou de bicicleta desde Monsanto até ao Jardim do Arco do Cego).

O CVM é uma matriz formada e articulada por sistemas e subsistemas: o Sistema de Mobilidade, o Sistema de Circulação da Água e do Ar, o Sistema de Transição Fluvial-Estuarino e o Sistema de Unidades Ecológicas Estruturantes, onde se destacam os Subsistemas Parque Periférico, Zona Ribeirinha, Corredor Verde de Chelas, Corredor do Vale de Alcântara, e o próprio CVM.