Alterações climáticas

As alterações climáticas são consideradas a maior ameaça ambiental do século XXI

A revisão do Plano Diretor Municipal de Lisboa, aprovada em 2012, contempla um conjunto de princípios estratégicos para as alterações climáticas, nas vertentes da mitigação e da adaptação, assentes num modelo de desenvolvimento territorial suportado por dois sistemas vitais: sistema ecológico e sistema de mobilidade e transportes.

Lisboa foi a primeira capital europeia a aderir ao Pacto de Autarcas para o Clima e Energia, em 28 de junho de 2016. A cidade compromete-se, assim, a reduzir as suas emissões de CO2 em pelo menos 40%, até 2030, aumentando a resiliência às mudanças climáticas, e a reforçar medidas para o fornecimento de energia segura, sustentável, e acessível aos seus cidadãos.

Plano Geral de Drenagem

O Plano Geral de Drenagem (2016-2030), aprovado em 2015, propõe a construção de novas infra-estruturas dimensionadas para dar resposta a eventos de precipitação. A eficácia deste plano está a ser potenciada com solução de base natural, atualmente em curso, no quadro de adaptação às alterações climáticas, dando resposta a eventos de precipitação mais intensa e ao aumento do nível do mar.

As soluções de base natural, ao permitirem uma melhor gestão do ciclo da água, além de aumentar a infiltração das águas, contribuem para a regulação do conforto bioclimático (temperatura e humidade relativa) atenuando os efeitos das ondas de calor.

Entre as iniciativas em curso, destaca-se o projeto para a gestão da drenagem, infiltração in situ no Parque Urbano da Quinta da Granja e no Campo Grande, a naturalização do escoamento no Parque Eduardo VII, a bacia de retenção integrada no Parque do Alto da Ajuda e a requalificação da linha de água e das bacias de retenção do Parque do Vale da Ameixoeira.

Conheça aqui a estratégia municipal para as Alterações Climáticas.