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Requalificação de quarteirão histórico do Bairro Alto para o Programa Renda Acessível

Câmara recupera quarteirão entre a Rua do Diário de Notícias e a Rua do Norte, no Bairro Alto. Com um investimento municipal de 8 milhões de euros, o concurso será lançado em 2021, e coloca 45 apartamentos no Programa Renda Acessível


Integradas no programa Renda Acessível, as casas vão assegurar habitação no centro da cidade a jovens e famílias de classe média. Os valores, recordou Fernando Medina, serão no máximo um terço do rendimento líquido do agregado familiar.

Respeitando a “memória histórica” do Bairro Alto, como “bairro dos jornais e do jornalismo”, a CML vai ainda ceder os espaços comerciais destes edifícios para “projetos independentes e associativos na área do jornalismo e produção de conteúdos”. Na apresentação do projeto, que decorreu hoje, 18 de novembro, o presidente da Câmara Municipal de Lisboa lembrou a alteração do projeto inicial para este quarteirão, que previa um silo automóvel, e sublinhou a aposta da autarquia na revitalização do bairro histórico.

Em breve, revelou, vão avançar projetos como a construção da Unidade de Saúde Familiar da Ribeira Nova, a criação de uma Escola Básica na Passos Manuel, e o prolongamento da linha de elétrico 24 até ao Cais do Sodré.

Além da recuperação arquitetónica dos edifícios – da autoria da arquiteta Silvia Nereu, o Bairro Alto será alvo de uma requalificação integral do espaço público, promovida pela Junta de Freguesia da Misericórdia, e pela Associação de Comerciantes do Bairro Alto.

O objetivo, afirmou a presidente da Junta, Carla Madeira, é travar a diminuição da população residente. Desde 2013, adiantou, a freguesia perdeu cerca de 3 mil habitantes.

Integradas no programa Renda Acessível, as casas vão assegurar habitação no centro da cidade a jovens e famílias de classe média. Os valores, recordou Fernando Medina, serão no máximo um terço do rendimento líquido do agregado familiar.

Respeitando a “memória histórica” do Bairro Alto, como “bairro dos jornais e do jornalismo”, a CML vai ainda ceder os espaços comerciais destes edifícios para “projetos independentes e associativos na área do jornalismo e produção de conteúdos”. Na apresentação do projeto, que decorreu hoje, 18 de novembro, o presidente da Câmara Municipal de Lisboa lembrou a alteração do projeto inicial para este quarteirão, que previa um silo automóvel, e sublinhou a aposta da autarquia na revitalização do bairro histórico.

Em breve, revelou, vão avançar projetos como a construção da Unidade de Saúde Familiar da Ribeira Nova, a criação de uma Escola Básica na Passos Manuel, e o prolongamento da linha de elétrico 24 até ao Cais do Sodré.

Além da recuperação arquitetónica dos edifícios – da autoria da arquiteta Silvia Nereu, o Bairro Alto será alvo de uma requalificação integral do espaço público, promovida pela Junta de Freguesia da Misericórdia, e pela Associação de Comerciantes do Bairro Alto.

O objetivo, afirmou a presidente da Junta, Carla Madeira, é travar a diminuição da população residente. Desde 2013, adiantou, a freguesia perdeu cerca de 3 mil habitantes.

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