Tapada das Necessidades

O Plano de Salvaguarda da Tapada das Necessidades parte da descrição, análise e diagnóstico das especificidades, condicionantes e diversas valências deste jardim histórico em Lisboa, com vista à elaboração de uma estratégia que garanta a sua recuperação, conservação, requalificação global e manutenção a longo prazo.

Estes planos devem compreender uma análise preliminar dos fatores relevantes, nomeadamente arqueológicos, históricos, arquitetónicos, sociológicos e económicos, e devem definir as principais orientações e as ações a empreender nos planos jurídico, administrativo e financeiro, o que permite estabelecer linhas gerais de ação para o futuro com base numa análise aprofundada da situação existente e expor essas mesmas linhas a debate público. A segurança que resulta de um profundo conhecimento do jardim e dos seus problemas mostra-se muito mais rentável quando chega o momento de atuar, recuperando-se assim o tempo empregue na fase de Plano – de análise, diagnóstico e documentação.

  A necessidade de elaboração do Plano de Salvaguarda da Tapada das Necessidades, resulta de pareceres da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) de 31/03/2017 e de 7/3/2019, e da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT) de 6/8/2019.

O período de Consulta Pública decorreu de 1 de junho a 31 de julho de 2021