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Executivo municipal promove rastreio em Lisboa na Semana Europeia do Teste

Câmara de Lisboa assinala Semana Europeia do Teste do VIH-Hepatites. A iniciativa, no âmbito do Dia Mundial da Sida, que se assinala dia 1 de dezembro, contou com a participação de diversos vereadores do município

Vereador Manuel Grilo

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A ação de hoje, 27 de novembro, pretende dar a conhecer a importância do rastreio do VIH, hepatites virais B e C, e divulgar os locais de teste, que disponibilizam rastreios gratuitos, rápidos e anónimos.

Apesar do contexto atual de pandemia COVID-19 é relevante continuar a apoiar os esforços para Testar, Tratar e Prevenir o VIH, as hepatites virais, e outras infeções sexualmente transmissíveis.

Lisboa está a trabalhar para alcançar os objetivos traçados pelas Nações Unidas para que a epidemia do VIH possa ser eliminada, enquanto problema grave de saúde pública, até 2030: cerca de 95% das pessoas que vivem com VIH conhecem o seu estatuto serológico positivo; 95% das pessoas que vivem com VIH estão sob tratamento antirretroviral; 95% das pessoas sob tratamento antirretroviral têm carga viral indetetável e zero discriminação.

De acordo com o último relatório da Direção-Geral de Saúde e do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, Lisboa atingiu já em 2018 o primeiro objetivo.

Estima-se que 97,4% das pessoas que vivem com VIH em Lisboa têm conhecimento da sua infeção. A nível nacional, 49,7% dos novos casos ainda são diagnosticados tardiamente e estima-se que das 41.305 pessoas que vivem com VIH, 6,8% não estão ainda diagnosticadas.

O diagnóstico precoce é assim uma prioridade, sendo essencial o papel das organizações comunitárias de rastreio, pela sua proximidade com a população.

A ação de hoje, 27 de novembro, pretende dar a conhecer a importância do rastreio do VIH, hepatites virais B e C, e divulgar os locais de teste, que disponibilizam rastreios gratuitos, rápidos e anónimos.

Apesar do contexto atual de pandemia COVID-19 é relevante continuar a apoiar os esforços para Testar, Tratar e Prevenir o VIH, as hepatites virais, e outras infeções sexualmente transmissíveis.

Lisboa está a trabalhar para alcançar os objetivos traçados pelas Nações Unidas para que a epidemia do VIH possa ser eliminada, enquanto problema grave de saúde pública, até 2030: cerca de 95% das pessoas que vivem com VIH conhecem o seu estatuto serológico positivo; 95% das pessoas que vivem com VIH estão sob tratamento antirretroviral; 95% das pessoas sob tratamento antirretroviral têm carga viral indetetável e zero discriminação.

De acordo com o último relatório da Direção-Geral de Saúde e do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, Lisboa atingiu já em 2018 o primeiro objetivo.

Estima-se que 97,4% das pessoas que vivem com VIH em Lisboa têm conhecimento da sua infeção. A nível nacional, 49,7% dos novos casos ainda são diagnosticados tardiamente e estima-se que das 41.305 pessoas que vivem com VIH, 6,8% não estão ainda diagnosticadas.

O diagnóstico precoce é assim uma prioridade, sendo essencial o papel das organizações comunitárias de rastreio, pela sua proximidade com a população.

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