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Iconografia do pós-25 de Abril na exposição "Sinais da Liberdade”

Inserida nas comemorações do 49º aniversário da Revolução de Abril, a exposição “Sinais da Liberdade” retrata o período de pluralidade política da época, através de objetos e imagens criados após o 25 de Abril de 1974.

Exposição “Sinais da Liberdade” - Antigo Tribunal da Boa Hora

As peças expostas na mostra “Sinais da Liberdade -  Iconografia da Democracia”, patente ao público no antigo Tribunal da Boa Hora, pertencem ao Arquivo-Bibiloteca Ephemera, de José Pacheco Pereira.

Quem passar pela exposição vai encontrar “objetos icónicos” como cartazes, emblemas, autocolantes, postais, faixas, cinzeiros, pratos, discos, que ilustram a enorme diferença na paisagem visual pública surgida após o fim da ditadura. Para Pacheco Pereira, os ícones expostos representam um país que “deixou de ser a preto e branco para passar a ser a cores”.

Os objetos "mostram a pluralidade de ideias”, afirmou igualmente Carlos Moedas, presidente da Câmara de Lisboa, na inauguração da exposição, a 13 de abril.

A exposição “Sinais da Liberdade” integra as comemorações municipais do 25 de Abril e está aberta ao público até 28 de maio, no edifício do antigo Tribunal da Boa Hora, em Lisboa.

As peças expostas na mostra “Sinais da Liberdade -  Iconografia da Democracia”, patente ao público no antigo Tribunal da Boa Hora, pertencem ao Arquivo-Bibiloteca Ephemera, de José Pacheco Pereira.

Quem passar pela exposição vai encontrar “objetos icónicos” como cartazes, emblemas, autocolantes, postais, faixas, cinzeiros, pratos, discos, que ilustram a enorme diferença na paisagem visual pública surgida após o fim da ditadura. Para Pacheco Pereira, os ícones expostos representam um país que “deixou de ser a preto e branco para passar a ser a cores”.

Os objetos "mostram a pluralidade de ideias”, afirmou igualmente Carlos Moedas, presidente da Câmara de Lisboa, na inauguração da exposição, a 13 de abril.

A exposição “Sinais da Liberdade” integra as comemorações municipais do 25 de Abril e está aberta ao público até 28 de maio, no edifício do antigo Tribunal da Boa Hora, em Lisboa.

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