Apoio social da Câmara municipal de Lisboa

A Câmara Municipal de Lisboa transferiu cerca de 600 mil euros - relativos a projetos de associações e organismos que trabalham em Lisboa nas áreas de pessoas em situação de sem-abrigo, deficiência, envelhecimento, apoio às famílias e à infância e saúde.

Com esta transferência, é assegurada também a manutenção e reforço dos apoios destinados aos equipamentos e equipas de proteção à população sem abrigo.

Crianças e Famílias

Para reduzir o impacto do encerramento das escolas JI e EB1 da cidade, Câmara Municipal e Juntas de Freguesia mantêm o apoio alimentar a todas as crianças dos escalões A e B da Ação Social Escolar, em regime de take away.

Um kit com o pequeno-almoço, almoço e lanche, será distribuído todos os dias, gratuitamente, aos familiares destas crianças, entre as 12h e as 13h30, em várias escolas:

Lista das escolas onde pode levantar as refeições

Profissionais de serviços essenciais

Em articulação com o Ministério da Educação, estão abertas nove escolas da cidade para acolher os filhos dos profissionais dos serviços essenciais, de saúde, forças de segurança, bombeiros:

- ES Vergílio Ferreira
- ES Gil Vicente
- ES Lumiar
- ES Restelo
- EB Mestre Arnaldo Louro Almeida
- EB Patrício Prazeres
- EB Leão de Arroios
- EB Nuno Gonçalves
- EB Paulino Montez

Idosos

Garantir refeições quentes, higiene pessoal e medicamentos, às quatro mil pessoas a quem já é prestado este apoio, mas também aos que se encontravam em Centros de Dia que tiveram de ser encerrados, e a todos os que não têm autonomia para confecionar as próprias refeições.

Comunidade LGBTI

Pessoas em situação sem-abrigo

Comunidade imigrante

Todos por todos: doar para ajudar.

Quer ajudar e não sabe como? Tem coisas a sobrar que podem ajudar outros: roupa, produtos de higiene, bens alimentares, livros, etc ?

A Câmara Municipal de Lisboa está a recolher doações para a população mais vulnerável da cidade, nomeadamente para os centros de acolhimento a pessoas em situação sem abrigo.

Para saber como contribuir, envie um email para doar@cm-lisboa.pt

Fundo de Emergência Social Covid-19

O FES COVID 19 visa estabelecer as medidas excecionais e transitórias de apoio financeiro, a situações de comprovada carência económica associado ao período de emergência que o país atravessa.

Tem como objetivo ser uma ferramenta de apoio às famílias para que possam fazer face a despesas inadiáveis e consideradas básicas, tais como: bens de 1ª necessidade, pagamento de água, eletricidade, gás, rendas habitacionais, medicamentos, deslocação a uma consulta médica ou outros.

Destina-se a agregados familiares carenciados, em situação de emergência habitacional grave e/ou situação de carência económica emergente, e/ou que vejam os seus rendimentos significativamente diminuídos decorrente, designadamente, de quarentena ou isolamento profilático, de despedimento, de ausência de respetivo subsídio, diminuição súbita de rendimentos provenientes de prestações sociais ou atraso/suspensão de rendimentos de trabalho resultantes da situação de emergência que o país atravessa.
 

Atendendo à situação de emergência, o pedido de apoio é apresentado pelos meios disponibilizados por cada Junta de Freguesia para o efeito, com identificação do apoio pretendido, os fundamentos que o suportam, bem como os elementos de prova disponíveis para o efeito.
 

 

Rede Solidária de Lisboa

Identificação e organização de pessoas disponíveis para realizar tarefas solidárias junto dos setores mais vulneráveis da população.

Pessoas idosas, com deficiência, ou suspeitas de Covid-19 e em isolamento domiciliário.

Estão excluídas desta rede todas as pessoas de grupo de risco.

Compras, entrega de refeições e/ou medicamentos, passeio de animais domésticos ou outras formas de apoio como a prevenção da vitimação.

O município fornecerá o suporte de informação necessária para que as tarefas sejam feitas em segurança e com o menor risco possível de contágio, garantindo distribuição de material de proteção a quem integre a rede solidária e desempenhe estas tarefas.

O município deve centralizar a recolha de recursos e, em articulação com as juntas de freguesia, operacionalizar a rede no terreno, conforme as necessidades da população.