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Ambiente 

Vai arrancar a construção dos túneis do Plano de Drenagem

A sessão solene, dia 3 de outubro, nos Paços do Concelho, marca o início formal da construção dos túneis da empreitada do Plano Geral de Drenagem de Lisboa (PGDL), com conclusão prevista para 2025

Sessão solene de início formal da construção dos túneis do Plano de Drenagem - Carlos Moedas, Salão Nobre dos Paços do Concelho

Na abertura, o antigo presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML), Carmona Rodrigues, abordou o tema: “A importância da existência de sistemas de drenagem nas grandes cidades e em particular em Lisboa”. Em 2004, Carmona Rodrigues subscreveu a primeira proposta da CML para dar início ao lançamento do Plano Geral de Drenagem de Lisboa.

Coube depois ao coordenador geral da Equipa de Projeto do PGDL, desde 2014, José Silva Ferreira, uma apresentação técnica do trabalho desenvolvido pelo consórcio empreiteiro (Mota-Engil e Spie Batignolle), e um agradecimento às entidades envolvidas nos últimos anos.

“Em 2025 a cidade estará preparada”, afirmou Carlos Moedas. O autarca encerrou a sessão, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, com a presença de representantes das empresas e entidades envolvidas, e dos técnicos municipais.

Lisboa, salientou o presidente da CML, “quer ser o exemplo no combate às alterações climáticas”, assinalando os dois “efeitos extraordinários para a cidade”: uma redução significativa das cheias, levando a água para o rio, mas também a criação da infraestrutura que permite a reutilização de águas para lavagem de ruas, regas de espaços verdes e reforço de redes de incêndio.

Na abertura, o antigo presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML), Carmona Rodrigues, abordou o tema: “A importância da existência de sistemas de drenagem nas grandes cidades e em particular em Lisboa”. Em 2004, Carmona Rodrigues subscreveu a primeira proposta da CML para dar início ao lançamento do Plano Geral de Drenagem de Lisboa.

Coube depois ao coordenador geral da Equipa de Projeto do PGDL, desde 2014, José Silva Ferreira, uma apresentação técnica do trabalho desenvolvido pelo consórcio empreiteiro (Mota-Engil e Spie Batignolle), e um agradecimento às entidades envolvidas nos últimos anos.

“Em 2025 a cidade estará preparada”, afirmou Carlos Moedas. O autarca encerrou a sessão, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, com a presença de representantes das empresas e entidades envolvidas, e dos técnicos municipais.

Lisboa, salientou o presidente da CML, “quer ser o exemplo no combate às alterações climáticas”, assinalando os dois “efeitos extraordinários para a cidade”: uma redução significativa das cheias, levando a água para o rio, mas também a criação da infraestrutura que permite a reutilização de águas para lavagem de ruas, regas de espaços verdes e reforço de redes de incêndio.

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