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Uma horta que é uma floresta

O projeto Bela Flor Respira – Agrofloresta, em Campolide, recebeu a equipa dos Jardins Abertos para um dos pré-eventos de lançamento da edição de outono. O festival, com edição presencial e online, decorre nos dias 17/18, 24/25 de outubro.

Projeto Bela Flor Respira – Agrofloresta recebeu a equipa dos Jardins Abertos

A primeira agrofloresta na cidade com cariz pedagógico e experimental, e que integra pela primeira vez a programação do festival, teve a participação de moradores e voluntários, que prepararam o terreno para as plantações de outono.

Um espaço único na cidade, onde vemos, em harmonia, a plantação de alimentos (como tomate ou couve) e plantas ornamentais. E assim nasceu uma horta comunitária, que é também uma floresta.

Maria Júlia, uma das moradoras do bairro, está envolvida desde o início no projeto e começou “por curiosidade”. Aos poucos, foi entrando neste que considera um projeto comunitário “lindíssimo”. A visita de hoje, da equipa dos jardins abertos, “é muito boa para puxar anda mais os vizinhos a participar”.

Pietro Romani, coordenador do voluntariado do Festival Jardins Abertos explica que o conceito da agrofloresta “envolve a produção de alimentos e um espaço de jardim comum, sem barreiras, nem vedações. É um espaço aberto a toda a comunidade”.

“Hoje, nós vamos a ajudar a preparar o terreno para o plantio de outono. Desenvolvemos sempre estas ações com os voluntários, porque permite um encontro de todos, e a criação de uma ligação às comunidades e aos jardins que integram a programação do festival”.

O diretor do Festival, Tomás Tojo, explicou que esta edição traz algumas novidades, nomeadamente a inclusão da Agrofloresta da Bela Flor. Com uma edição presencial e online, os Jardins Abertos convidam, desde 2017, à descoberta dos jardins e ecossistemas da cidade de Lisboa.

A primeira agrofloresta na cidade com cariz pedagógico e experimental, e que integra pela primeira vez a programação do festival, teve a participação de moradores e voluntários, que prepararam o terreno para as plantações de outono.

Um espaço único na cidade, onde vemos, em harmonia, a plantação de alimentos (como tomate ou couve) e plantas ornamentais. E assim nasceu uma horta comunitária, que é também uma floresta.

Maria Júlia, uma das moradoras do bairro, está envolvida desde o início no projeto e começou “por curiosidade”. Aos poucos, foi entrando neste que considera um projeto comunitário “lindíssimo”. A visita de hoje, da equipa dos jardins abertos, “é muito boa para puxar anda mais os vizinhos a participar”.

Pietro Romani, coordenador do voluntariado do Festival Jardins Abertos explica que o conceito da agrofloresta “envolve a produção de alimentos e um espaço de jardim comum, sem barreiras, nem vedações. É um espaço aberto a toda a comunidade”.

“Hoje, nós vamos a ajudar a preparar o terreno para o plantio de outono. Desenvolvemos sempre estas ações com os voluntários, porque permite um encontro de todos, e a criação de uma ligação às comunidades e aos jardins que integram a programação do festival”.

O diretor do Festival, Tomás Tojo, explicou que esta edição traz algumas novidades, nomeadamente a inclusão da Agrofloresta da Bela Flor. Com uma edição presencial e online, os Jardins Abertos convidam, desde 2017, à descoberta dos jardins e ecossistemas da cidade de Lisboa.

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