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Cultura 

Sala "Herberto Helder" vai nascer na Biblioteca Palácio Galveias

A biblioteca pessoal de Herberto Helder, composta por cerca de 8 mil volumes, vai ser incorporada na Rede de Bibliotecas de Lisboa. O ato foi formalizado hoje, entre a Câmara Municipal de Lisboa e a família do poeta.

Olga Ferreira Lima, viúva do poeta, e Catarina Vaz Pinto, vereadora da Cultura

O acervo, que inclui traduções do autor, ficará localizado na Biblioteca Palácio Galveias, ao Campo Pequeno, numa sala que terá o nome daquele que é considerado, por muitos, o maior nome da poesia portuguesa da segunda metade do século XX - Herberto Helder (Funchal, 1930-2015).

Todos os volumes da sua biblioteca pessoal serão disponibilizados, para consulta local, aos utentes da Rede de Bibliotecas de Lisboa.

Autor de uma obra que é "um universo inteiro", como disse alguém, Herberto Helder foi sempre avesso à exposição pública e ao mediatismo. Esta é a oportunidade de abrir à esfera pública a sua biblioteca privada, e, desta forma, procurar levar aos leitores de Lisboa o universo de um poeta consensualmente amado, mas não tão lido quanto a sua obra merecia.

O acervo, que inclui traduções do autor, ficará localizado na Biblioteca Palácio Galveias, ao Campo Pequeno, numa sala que terá o nome daquele que é considerado, por muitos, o maior nome da poesia portuguesa da segunda metade do século XX - Herberto Helder (Funchal, 1930-2015).

Todos os volumes da sua biblioteca pessoal serão disponibilizados, para consulta local, aos utentes da Rede de Bibliotecas de Lisboa.

Autor de uma obra que é "um universo inteiro", como disse alguém, Herberto Helder foi sempre avesso à exposição pública e ao mediatismo. Esta é a oportunidade de abrir à esfera pública a sua biblioteca privada, e, desta forma, procurar levar aos leitores de Lisboa o universo de um poeta consensualmente amado, mas não tão lido quanto a sua obra merecia.

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