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Rede Resposta BIP/ZIP Covid-19 integra 61 projetos de proximidade em Lisboa

Resposta solidária à pandemia e ao confinamento está na origem de mais de 60 projetos nos territórios BIP/ZIP em Lisboa (Bairros ou Zonas de Intervenção Prioritária).

Os alojamentos provisórios da Câmara Municipal de Lisboa contam com a colaboração dos Núcleos de Planeamento e Intervenção Sem-Abrigo

Do apoio psicológico à informação sobre legislação, da distribuição alimentar às formas digitais de suporte às famílias (no estudo em casa, por exemplo), a Rede Resposta BIP/ZIP Covid-19 está reunida numa plataforma já disponível.

O mapa agrega mais de 200 entidades parceiras, que adaptaram as suas propostas iniciais feitas ao programa municipal BIP/ZIP, para ouvir, atender, e responder, a novas realidades e diferentes necessidades. Resulta de um esforço conjunto do Pelouro da Habitação e Desenvolvimento Local da Câmara Municipal de Lisboa, e do Fórum Urbano - Associação Locals Approach.

Muitos dos parceiros deste programa da Câmara Municipal de Lisboa tinham já tomado a iniciativa de se adaptar à mudança, para perceber quais os pontos onde podiam fazer a diferença nas suas áreas geográficas de intervenção. Este movimento começou a tomar corpo e foi-se adaptando em diferentes momentos de resposta, desde o contacto com pessoas isoladas e vulneráveis, até ao apoio ao estudo em casa, mais recentemente.

O resultado deste esforço acabou por formar um roteiro de projetos BIP/ZIP, com respostas em diversas áreas, nomeadamente apoio psicológico, informação sobre direitos, construção de redes de apoio a pessoas ou grupos vulneráveis, distribuição de produtos alimentares às famílias afetadas pelo impacto económico do Covid-19 (Mercado Solidário), produção de material hospitalar de proteção, propostas de carater cultural e atividades recreativas para os mais jovens.

Tendo como objetivo primeiro o apoio à população, esta plataforma é também um instrumento que permite a cada parceiro aferir necessidades, partilhar recursos e assim tornar mais forte e participada a Energia BIP/ZIP. Este programa municipal, que agora faz 10 anos, é já uma referência internacional em termos de desenvolvimento local, tendo sido recentemente escolhido como boa prática europeia, difundida em diferentes cidades comunitárias.

Do apoio psicológico à informação sobre legislação, da distribuição alimentar às formas digitais de suporte às famílias (no estudo em casa, por exemplo), a Rede Resposta BIP/ZIP Covid-19 está reunida numa plataforma já disponível.

O mapa agrega mais de 200 entidades parceiras, que adaptaram as suas propostas iniciais feitas ao programa municipal BIP/ZIP, para ouvir, atender, e responder, a novas realidades e diferentes necessidades. Resulta de um esforço conjunto do Pelouro da Habitação e Desenvolvimento Local da Câmara Municipal de Lisboa, e do Fórum Urbano - Associação Locals Approach.

Muitos dos parceiros deste programa da Câmara Municipal de Lisboa tinham já tomado a iniciativa de se adaptar à mudança, para perceber quais os pontos onde podiam fazer a diferença nas suas áreas geográficas de intervenção. Este movimento começou a tomar corpo e foi-se adaptando em diferentes momentos de resposta, desde o contacto com pessoas isoladas e vulneráveis, até ao apoio ao estudo em casa, mais recentemente.

O resultado deste esforço acabou por formar um roteiro de projetos BIP/ZIP, com respostas em diversas áreas, nomeadamente apoio psicológico, informação sobre direitos, construção de redes de apoio a pessoas ou grupos vulneráveis, distribuição de produtos alimentares às famílias afetadas pelo impacto económico do Covid-19 (Mercado Solidário), produção de material hospitalar de proteção, propostas de carater cultural e atividades recreativas para os mais jovens.

Tendo como objetivo primeiro o apoio à população, esta plataforma é também um instrumento que permite a cada parceiro aferir necessidades, partilhar recursos e assim tornar mais forte e participada a Energia BIP/ZIP. Este programa municipal, que agora faz 10 anos, é já uma referência internacional em termos de desenvolvimento local, tendo sido recentemente escolhido como boa prática europeia, difundida em diferentes cidades comunitárias.

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