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Passageiros de cruzeiros começam a pagar taxa turística em 2024

A Câmara Municipal de Lisboa (CML) e a Administração do Porto de Lisboa (APL), assinaram, a 21 de dezembro, o protocolo que regulamenta a cobrança da taxa turística aos passageiros de cruzeiros: dois euros por passageiro a partir de 1 de janeiro.

A medida prevê uma receita anual de 1,2 M€, a investir na melhoria dos serviços prestados aos lisboetas

Com a taxa turística por via marítima, é adotado um regime de tratamento de igualdade entre todos os turistas que nos visitam e que pagam uma taxa nos hotéis e alojamentos de Lisboa.

A medida prevê uma receita anual de 1,2 milhões de euros (M€) e que pode representar 0,3% do total da receita da taxa turística para a cidade.

Carlos Moedas, presidente da CML, afirmou que “Lisboa cresceu (em 2022) 8,2% e o grande motor que permitiu crescer mais face ao país, foi o turismo". A contribuição da taxa turística "vai ser utilizada para limpar a cidade, para ter espaços verdes e representa uma estratégia para o futuro da cidade, ter um turismo de melhor qualidade, com turistas que contribuem mais para a cidade".

O próximo passo é a eletrificação do Porto de Lisboa, para que os navios usem apenas energia limpa durante a sua estadia na cidade. "Uma justiça climática, em que todos devem contribuir para a descarbonização da cidade", refere Carlos Moedas.

Premiado, pela oitava vez consecutiva, como o melhor porto de cruzeiros da Europa, Carlos Correia, presidente da APL, salienta que “a operacionalização da taxa turística é um exemplo construtivo de investimento na cidade", e acrescenta que "este protocolo representa o reforço da ligação da cidade ao porto e o empenho em desenvolver a cidade de forma sustentável".

A APL, acrescenta este responsável, está a desenvolver um projeto de fornecimento de energia elétrica aos navios cruzeiro, para criar condições para que seja apenas utilizada energia limpa quando estão atracados no cais. Com um investimento de 31 M€, a ligação à rede de alta tensão vai concretizar-se nas próximas semanas.

Com a taxa turística por via marítima, é adotado um regime de tratamento de igualdade entre todos os turistas que nos visitam e que pagam uma taxa nos hotéis e alojamentos de Lisboa.

A medida prevê uma receita anual de 1,2 milhões de euros (M€) e que pode representar 0,3% do total da receita da taxa turística para a cidade.

Carlos Moedas, presidente da CML, afirmou que “Lisboa cresceu (em 2022) 8,2% e o grande motor que permitiu crescer mais face ao país, foi o turismo". A contribuição da taxa turística "vai ser utilizada para limpar a cidade, para ter espaços verdes e representa uma estratégia para o futuro da cidade, ter um turismo de melhor qualidade, com turistas que contribuem mais para a cidade".

O próximo passo é a eletrificação do Porto de Lisboa, para que os navios usem apenas energia limpa durante a sua estadia na cidade. "Uma justiça climática, em que todos devem contribuir para a descarbonização da cidade", refere Carlos Moedas.

Premiado, pela oitava vez consecutiva, como o melhor porto de cruzeiros da Europa, Carlos Correia, presidente da APL, salienta que “a operacionalização da taxa turística é um exemplo construtivo de investimento na cidade", e acrescenta que "este protocolo representa o reforço da ligação da cidade ao porto e o empenho em desenvolver a cidade de forma sustentável".

A APL, acrescenta este responsável, está a desenvolver um projeto de fornecimento de energia elétrica aos navios cruzeiro, para criar condições para que seja apenas utilizada energia limpa quando estão atracados no cais. Com um investimento de 31 M€, a ligação à rede de alta tensão vai concretizar-se nas próximas semanas.

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