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Orçamento municipal para 2021 marcado pela resposta à pandemia de COVID-19

Orçamento para 2021 reflete a prioridade do município no "apoio aos que mais precisam". Marcado por “enorme incerteza”, devido aos desafios resultantes da pandemia de COVID-19, o orçamento apresenta como linhas estratégicas a resposta à emergência, o foco no investimento, e contas sustentáveis e rigorosas.

Apresentação do orçamento municipal 2021

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João Paulo Saraiva, vice presidente da Câmara Municipal de Lisboa, apresentou hoje, 13 de novembro, o Orçamento Municipal para o ano de 2021 e as Grandes Opções do Plano para a cidade. Em 2020, revelou o vereador das Finanças, o impacto nas contas traduziu-se numa diminuição de 100 milhões de euros de receita, a par de um aumento da despesa no mesmo valor.

A apresentação do orçamento, acontece dias depois de ser conhecido o plano de apoio à economia da cidade, com uma dotação de 55 M€, que “marca de forma muito clara o orçamento de 2021”, sublinhou.

Na área do apoio social, haverá um reforço de 6,8 milhões de euros para o Fundo de Emergência Social (famílias, IPSS), e um reforço do apoio alimentar para pessoas carenciadas de 9,5 milhões de euros.

A área do comércio e restauração, uma das mais atingidas pela situação de pandemia, conta com um apoio de 20 M€, bem como a suspensão da cobrança de todas as taxas de ocupação de espaço público e publicidade a todos os estabelecimentos comerciais.

O apoio à Economia da cidade estende-se, ainda, à programação e aos agentes culturais, com 7 M€.

O orçamento, considerou João Paulo Saraiva, traduz uma “enorme aposta na habitação, com um investimento de 64 milhões de euros. Este é um setor que “não pode perder importância na política municipal”, sublinhou.

Também do lado da Mobilidade, a Câmara vai manter a Carris a funcionar com "níveis de serviço idênticos", apesar da diminuição da receita. Em 2021, Lisboa terá a circular mais 31 autocarros, num total de 741.

Na Educação, o investimento será de 25 M€, com mais 11 escolas e 7 creches, e na área da Saúde, serão abertas 12 Unidades de Saúde Familiares.

João Paulo Saraiva, vice presidente da Câmara Municipal de Lisboa, apresentou hoje, 13 de novembro, o Orçamento Municipal para o ano de 2021 e as Grandes Opções do Plano para a cidade. Em 2020, revelou o vereador das Finanças, o impacto nas contas traduziu-se numa diminuição de 100 milhões de euros de receita, a par de um aumento da despesa no mesmo valor.

A apresentação do orçamento, acontece dias depois de ser conhecido o plano de apoio à economia da cidade, com uma dotação de 55 M€, que “marca de forma muito clara o orçamento de 2021”, sublinhou.

Na área do apoio social, haverá um reforço de 6,8 milhões de euros para o Fundo de Emergência Social (famílias, IPSS), e um reforço do apoio alimentar para pessoas carenciadas de 9,5 milhões de euros.

A área do comércio e restauração, uma das mais atingidas pela situação de pandemia, conta com um apoio de 20 M€, bem como a suspensão da cobrança de todas as taxas de ocupação de espaço público e publicidade a todos os estabelecimentos comerciais.

O apoio à Economia da cidade estende-se, ainda, à programação e aos agentes culturais, com 7 M€.

O orçamento, considerou João Paulo Saraiva, traduz uma “enorme aposta na habitação, com um investimento de 64 milhões de euros. Este é um setor que “não pode perder importância na política municipal”, sublinhou.

Também do lado da Mobilidade, a Câmara vai manter a Carris a funcionar com "níveis de serviço idênticos", apesar da diminuição da receita. Em 2021, Lisboa terá a circular mais 31 autocarros, num total de 741.

Na Educação, o investimento será de 25 M€, com mais 11 escolas e 7 creches, e na área da Saúde, serão abertas 12 Unidades de Saúde Familiares.

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