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Metro ligeiro de superfície vai ligar​ Lisboa, Oeiras e Loures

Câmara Municipal de Lisboa aprova – em reunião extraordinária de 4 de agosto de 2020 – celebração de protocolo de cooperação entre o município de Lisboa, e os municípios de Oeiras e Loures, a Carris e o Metropolitano.

Metro ligeiro de superfície vai ligar​ Lisboa, Oeiras e Loures

Comunicado conjunto das autarquias de Lisboa, Oeiras e Loures, de 29 de julho

As câmaras de Lisboa, Oeiras e Loures, informam que vão votar a aprovação de um protocolo de cooperação entre estes municípios, o Metropolitano de Lisboa e a Carris, para desenvolvimento do projeto de metro ligeiro de superfície entre Alcântara e Cruz Quebrada, e entre Santa Apolónia e Sacavém.

O investimento estimado na infraestrutura, PMO (parque de material e oficinas) e material circulante é de 490 milhões de euros.

O protocolo, que é votado esta semana nas diferentes reuniões de câmara, tem por objetivo o estudo, o planeamento e a forma de concretização do projeto “LIOS, Linha Intermodal Sustentável” nas suas várias vertentes: técnica, ambiental, financeira e operacional, até ao momento de lançamento da empreitada da linha.

Os municípios pretendem assegurar uma ligação rápida e estruturante de transporte público pesado entre as respetivas zonas ribeirinhas e os principais interfaces em Lisboa, por forma a melhorar a conectividade dos seus territórios, e implementar novos corredores de transporte coletivo, assentes na extensão da linha de elétrico 15, atualmente explorada pela CARRIS.

Estes corredores, permitirão a estruturação do território de Alcântara, Ajuda, Belém, Algés, Linda-a-Velha, e Cruz Quebrada/Dafundo, bem como o corredor Santa Apolónia – Gare do Oriente, e Gare do Oriente – Moscavide, Portela, Sacavém, criando ainda um corredor chave em toda a extensão da freguesia do Parque das Nações (ver anexos).

A nova linha terá uma extensão de cerca de 24,4 km e estará ligada com as linhas ribeirinhas, de elétrico e de comboio da Linha de Cascais e Linha do Norte, bem como a expansão da linha vermelha do Metropolitano de Lisboa em Alcântara.

O desenvolvimento desta linha está a ser articulado com o Governo, no âmbito de um conjunto mais vasto de investimentos em infraestruturas de transporte na Área Metropolitana de Lisboa (AML), que visam aumentar a coesão do território na AML, e que vão promover a melhoria das condições de acessibilidade e, em particular, a competitividade, a fiabilidade e a confiança no sistema de transportes público.

Os municípios entendem, ainda, que deve ser explorada a viabilidade de implementar, sempre que possível, corredores dedicados a modos ativos, pedonal e em bicicleta, paralelos aos corredores de transporte público estruturante que vierem a ser implementados.

A melhoria da mobilidade urbana é um dos principais desafios nas próximas décadas para Portugal, e muito em particular, para os municípios da AML, que assumem como política verdadeiramente prioritária a transição para um padrão de mobilidade sustentável a nível económico, social e ambiental.

Depois do Programa de Apoio à Redução Tarifária, e do novo sistema tarifário implementado na AML, em 1 de abril de 2019, importa continuar a fidelizar e a conquistar a confiança de novos utilizadores, adequando a oferta de transporte público ao território e às necessidades da…

Comunicado conjunto das autarquias de Lisboa, Oeiras e Loures, de 29 de julho

As câmaras de Lisboa, Oeiras e Loures, informam que vão votar a aprovação de um protocolo de cooperação entre estes municípios, o Metropolitano de Lisboa e a Carris, para desenvolvimento do projeto de metro ligeiro de superfície entre Alcântara e Cruz Quebrada, e entre Santa Apolónia e Sacavém.

O investimento estimado na infraestrutura, PMO (parque de material e oficinas) e material circulante é de 490 milhões de euros.

O protocolo, que é votado esta semana nas diferentes reuniões de câmara, tem por objetivo o estudo, o planeamento e a forma de concretização do projeto “LIOS, Linha Intermodal Sustentável” nas suas várias vertentes: técnica, ambiental, financeira e operacional, até ao momento de lançamento da empreitada da linha.

Os municípios pretendem assegurar uma ligação rápida e estruturante de transporte público pesado entre as respetivas zonas ribeirinhas e os principais interfaces em Lisboa, por forma a melhorar a conectividade dos seus territórios, e implementar novos corredores de transporte coletivo, assentes na extensão da linha de elétrico 15, atualmente explorada pela CARRIS.

Estes corredores, permitirão a estruturação do território de Alcântara, Ajuda, Belém, Algés, Linda-a-Velha, e Cruz Quebrada/Dafundo, bem como o corredor Santa Apolónia – Gare do Oriente, e Gare do Oriente – Moscavide, Portela, Sacavém, criando ainda um corredor chave em toda a extensão da freguesia do Parque das Nações (ver anexos).

A nova linha terá uma extensão de cerca de 24,4 km e estará ligada com as linhas ribeirinhas, de elétrico e de comboio da Linha de Cascais e Linha do Norte, bem como a expansão da linha vermelha do Metropolitano de Lisboa em Alcântara.

O desenvolvimento desta linha está a ser articulado com o Governo, no âmbito de um conjunto mais vasto de investimentos em infraestruturas de transporte na Área Metropolitana de Lisboa (AML), que visam aumentar a coesão do território na AML, e que vão promover a melhoria das condições de acessibilidade e, em particular, a competitividade, a fiabilidade e a confiança no sistema de transportes público.

Os municípios entendem, ainda, que deve ser explorada a viabilidade de implementar, sempre que possível, corredores dedicados a modos ativos, pedonal e em bicicleta, paralelos aos corredores de transporte público estruturante que vierem a ser implementados.

A melhoria da mobilidade urbana é um dos principais desafios nas próximas décadas para Portugal, e muito em particular, para os municípios da AML, que assumem como política verdadeiramente prioritária a transição para um padrão de mobilidade sustentável a nível económico, social e ambiental.

Depois do Programa de Apoio à Redução Tarifária, e do novo sistema tarifário implementado na AML, em 1 de abril de 2019, importa continuar a fidelizar e a conquistar a confiança de novos utilizadores, adequando a oferta de transporte público ao território e às necessidades da população, fomentando soluções que permitam reduzir a dependência do veículo próprio, e assim melhorando a qualidade de vida e a saúde dos respetivos habitantes.

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