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Lisboa vai avançar com programa de promoção da resiliência sísmica da cidade

A Câmara Municipal de Lisboa aprovou o Programa ReSist, destinado a promover a resiliência sísmica em edificado privado, municipal e infraestruturas municipais, e a constituição de uma equipa de projeto exclusivamente dedicada à sua execução e monitorização.


O programa será apresentado em sessão online, dia 25 de junho, pelas 10h. A inscrição e consulta do programa podem ser feitas em www.lisboa.pt/agenda/municipio.

O programa define um conjunto de 47 ações para gerar maior conhecimento no sentido de mitigar e prevenir potenciais danos; criação de incentivos e apoio técnico aos proprietários; desenvolvimento de normas técnicas; assim como condução de operações de fiscalização do estado de conservação dos imóveis. Para a implementação das ações serão envolvidas universidades, centros de investigação, associações, ordens profissionais e toda a sociedade para que em conjunto com o município seja possível gerar um maior conhecimento e ação de promoção da resiliência sísmica da cidade.

De forma preventiva, para salvaguarda de pessoas e bens, a autarquia definiu como imperativa e urgente a intervenção municipal no parque edificado e infraestruturas com elevado potencial de danos, decorrente das características dos solos, associado às técnicas construtivas do edificado, com características próprias de cada época, nomeadamente os edifícios Pré-Pombalinos, Pombalinos e Gaioleiros, bem como todas as construções que à luz da regulamentação vigente não desempenhem um comportamento sísmico adequado.

Destinadas aos proprietários privados, serão implementadas ações específicas de incentivos. Além de uma campanha de sensibilização para adoção de medidas de mitigação e prevenção que podem ser facilmente implementadas por todos, será disponibilizado apoio técnico e/ou financeiro para a realização de vistorias de avaliação da segurança estrutural do edificado privado e subsequente trabalhos de reforço.

Na área da regulamentação e fiscalização será feita uma atualização dos regulamentos municipais e dos instrumentos de gestão territorial para garantir uma melhor avaliação e mitigação da resistência sísmica da cidade e ainda a definição de normas para regular a ação inspetiva municipal. Para incentivar os privados o município assumirá uma simplificação processual para os projetos que digam respeito em exclusivo ao reforço sísmico.

Reforçar o conhecimento técnico será outra das prioridades do programa, com a implementação de ações de vistoria que permitirão avaliar o estado das edificações e atualizar a cartografia de vulnerabilidade e resistência sísmica da cidade, bem como definição de modelos que permitam a adoção de medidas de mitigação, prevenção e adaptação.

Será igualmente promovida a participação da CML em projetos de investigação na área da resiliência sísmica assim como, o estabelecimento de parcerias entre universidades, centros de investigação, empresas privadas, associações e ordens profissionais para melhor orientação das ações a desenvolver no programa.

A equipa de projeto ReSist pretender dar início à implementação do programa ainda em 2021, com o desenvolvimento de uma aplicação móvel de apoio às campanhas de inspeção, que será implementada nos serviços municipais e disponibilizada às entidades…

O programa será apresentado em sessão online, dia 25 de junho, pelas 10h. A inscrição e consulta do programa podem ser feitas em www.lisboa.pt/agenda/municipio.

O programa define um conjunto de 47 ações para gerar maior conhecimento no sentido de mitigar e prevenir potenciais danos; criação de incentivos e apoio técnico aos proprietários; desenvolvimento de normas técnicas; assim como condução de operações de fiscalização do estado de conservação dos imóveis. Para a implementação das ações serão envolvidas universidades, centros de investigação, associações, ordens profissionais e toda a sociedade para que em conjunto com o município seja possível gerar um maior conhecimento e ação de promoção da resiliência sísmica da cidade.

De forma preventiva, para salvaguarda de pessoas e bens, a autarquia definiu como imperativa e urgente a intervenção municipal no parque edificado e infraestruturas com elevado potencial de danos, decorrente das características dos solos, associado às técnicas construtivas do edificado, com características próprias de cada época, nomeadamente os edifícios Pré-Pombalinos, Pombalinos e Gaioleiros, bem como todas as construções que à luz da regulamentação vigente não desempenhem um comportamento sísmico adequado.

Destinadas aos proprietários privados, serão implementadas ações específicas de incentivos. Além de uma campanha de sensibilização para adoção de medidas de mitigação e prevenção que podem ser facilmente implementadas por todos, será disponibilizado apoio técnico e/ou financeiro para a realização de vistorias de avaliação da segurança estrutural do edificado privado e subsequente trabalhos de reforço.

Na área da regulamentação e fiscalização será feita uma atualização dos regulamentos municipais e dos instrumentos de gestão territorial para garantir uma melhor avaliação e mitigação da resistência sísmica da cidade e ainda a definição de normas para regular a ação inspetiva municipal. Para incentivar os privados o município assumirá uma simplificação processual para os projetos que digam respeito em exclusivo ao reforço sísmico.

Reforçar o conhecimento técnico será outra das prioridades do programa, com a implementação de ações de vistoria que permitirão avaliar o estado das edificações e atualizar a cartografia de vulnerabilidade e resistência sísmica da cidade, bem como definição de modelos que permitam a adoção de medidas de mitigação, prevenção e adaptação.

Será igualmente promovida a participação da CML em projetos de investigação na área da resiliência sísmica assim como, o estabelecimento de parcerias entre universidades, centros de investigação, empresas privadas, associações e ordens profissionais para melhor orientação das ações a desenvolver no programa.

A equipa de projeto ReSist pretender dar início à implementação do programa ainda em 2021, com o desenvolvimento de uma aplicação móvel de apoio às campanhas de inspeção, que será implementada nos serviços municipais e disponibilizada às entidades externas. Seguir-se-á uma campanha de vistoria ao parque edificado, promovida pela CML, que incidirá em primeiro lugar no parque habitacional municipal, na rede de equipamentos coletivos e nas infraestruturas críticas.

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