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Cidadania e Participação

 

Lisboa recebe prémio de Boas Práticas de Participação

O Orçamento Participativo de Lisboa – uma das formas de participação dos cidadãos na governação da cidade – recebeu o prémio “Boas Práticas de Participação 2019”.

 

 

Sandra Godinho, José Manuel Pereira Ribeiro, Ricardo Veludo, Nelson Dias

Promovido pela Rede de Autarquias Participativas, o prémio pretende valorizar as práticas inovadoras da democracia participativa no nosso país, fomentando o seu desenvolvimento e a melhoria contínua.

O prémio foi entregue dia 28 de setembro, por José Manuel Pereira Ribeiro, presidente da Rede de Autarquias Participativas , ao vereador da Câmara Municipal de Lisboa (CML), Ricardo Veludo, com os pelouros do Planeamento, Urbanismo, Relação com o Munícipe e Participação.

Programa de referência mundial

Lisboa foi a primeira capital europeia a implementar o Orçamento Participativo (OP), um programa de referência mundial com 12 anos de existência e com um impacto relevante no desenvolvimento da cidade.

Através do OP, os cidadãos têm efetivo poder de decisão sobre uma parcela do orçamento municipal de Lisboa: apresentam propostas para a cidade, e votam nos projetos que querem ver incluídos no Plano de Atividades e Orçamento da CML no ano seguinte.

Promovido pela Rede de Autarquias Participativas, o prémio pretende valorizar as práticas inovadoras da democracia participativa no nosso país, fomentando o seu desenvolvimento e a melhoria contínua.

O prémio foi entregue dia 28 de setembro, por José Manuel Pereira Ribeiro, presidente da Rede de Autarquias Participativas , ao vereador da Câmara Municipal de Lisboa (CML), Ricardo Veludo, com os pelouros do Planeamento, Urbanismo, Relação com o Munícipe e Participação.

Programa de referência mundial

Lisboa foi a primeira capital europeia a implementar o Orçamento Participativo (OP), um programa de referência mundial com 12 anos de existência e com um impacto relevante no desenvolvimento da cidade.

Através do OP, os cidadãos têm efetivo poder de decisão sobre uma parcela do orçamento municipal de Lisboa: apresentam propostas para a cidade, e votam nos projetos que querem ver incluídos no Plano de Atividades e Orçamento da CML no ano seguinte.

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