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Lisboa recebe a Biblioteca de Alberto Manguel

Alberto Manguel vai doar à cidade de Lisboa a sua coleção pessoal de cerca de 40 mil livros. O acervo do escritor, que virá também morar em Lisboa, vai integrar o futuro Centro de Estudos de História da Leitura (CEHL), no Palacete dos Marqueses de Pombal, na Rua das Janelas Verdes.

Alberto Manguel oferece a Fernando Medina dois dos mais importantes livros da sua coleção

O protocolo, que formaliza a instalação da Biblioteca de Alberto Manguel, em Lisboa, foi assinado dia 12 de setembro, pelo presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, e Alberto Manguel, numa cerimónia que decorreu junto ao Pavilhão Carlos Lopes.

Com o "derradeiro desembalamento desta biblioteca", que esteve anos dentro de caixas, começa o seu "renascimento, que em Lisboa permitirá dar à biblioteca, e ao tesouro que representa, a sua mais proveitosa utilização e a sua mais ambiciosa projeção internacional", afirmou Medina.

É uma "honra para nós que, perante tantos destinos possíveis, tantas hipóteses faladas, tantas alternativas latentes, Lisboa tenha sido o destino escolhido por Alberto Manguel para a sua biblioteca através de uma magnífica e generosa doação".

Uma doação, lembrou Medina, que deve muito à "projeção cosmopolita e ao prestígio cultural" da cidade de Fernando Pessoa, José Saramago, e Lobo Antunes, e que tem tido também o contributo de escritores, editores e artistas que aqui vivem e trabalham, a quem o autarca deixou uma palavra de reconhecimento pelo que fazem pela cultura e prestígio de Lisboa.

Uma "amizade com Lisboa que já dura há várias décadas"

A cidade, onde o escritor passará também a viver, "de certa forma tornou-se um refúgio para o diálogo civilizado", começou por afirmar. "Não vais perder uma biblioteca, vais ganhar uma cidade mágica", disse o escritor argentino.

A doação à cidade começou, simbolicamente, com a oferta de dois livros que são "particularmente queridos" ao escritor: uma bíblia manuscrita, do século XIII, e um volume único da enciclopédia Labor publicada em 1928. O livro, revelou, tem a assinatura do seu proprietário, Jorge Luís Borges, e notas manuscritas, com a estrutura completa do conto “La busca de Averroes”, escrito e publicado anos mais tarde.

O protocolo, que formaliza a instalação da Biblioteca de Alberto Manguel, em Lisboa, foi assinado dia 12 de setembro, pelo presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, e Alberto Manguel, numa cerimónia que decorreu junto ao Pavilhão Carlos Lopes.

Com o "derradeiro desembalamento desta biblioteca", que esteve anos dentro de caixas, começa o seu "renascimento, que em Lisboa permitirá dar à biblioteca, e ao tesouro que representa, a sua mais proveitosa utilização e a sua mais ambiciosa projeção internacional", afirmou Medina.

É uma "honra para nós que, perante tantos destinos possíveis, tantas hipóteses faladas, tantas alternativas latentes, Lisboa tenha sido o destino escolhido por Alberto Manguel para a sua biblioteca através de uma magnífica e generosa doação".

Uma doação, lembrou Medina, que deve muito à "projeção cosmopolita e ao prestígio cultural" da cidade de Fernando Pessoa, José Saramago, e Lobo Antunes, e que tem tido também o contributo de escritores, editores e artistas que aqui vivem e trabalham, a quem o autarca deixou uma palavra de reconhecimento pelo que fazem pela cultura e prestígio de Lisboa.

Uma "amizade com Lisboa que já dura há várias décadas"

A cidade, onde o escritor passará também a viver, "de certa forma tornou-se um refúgio para o diálogo civilizado", começou por afirmar. "Não vais perder uma biblioteca, vais ganhar uma cidade mágica", disse o escritor argentino.

A doação à cidade começou, simbolicamente, com a oferta de dois livros que são "particularmente queridos" ao escritor: uma bíblia manuscrita, do século XIII, e um volume único da enciclopédia Labor publicada em 1928. O livro, revelou, tem a assinatura do seu proprietário, Jorge Luís Borges, e notas manuscritas, com a estrutura completa do conto “La busca de Averroes”, escrito e publicado anos mais tarde.

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