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Lisboa assinala o 25 de Novembro de 1975

A Câmara de Lisboa recordou o “25 de Novembro de 1975”, com um conjunto de iniciativas entre as quais a cerimónia comemorativa do 48.º aniversário, no Salão Nobre dos Paços do Concelho.

Cerimónia no Salão Nobre dos Paços do Concelho

No dia em que se assinalam 48 anos sobre o “25 de Novembro de 1975”, Carlos Moedas depositou uma coroa de flores, na Calçada da Ajuda, numa homenagem aos dois comandos que perderam a vida nas operações militares: Tenente José Coimbra e Furriel Joaquim Pires.

Já durante a cerimónia que decorreu no Salão Nobre dos Paços do Concelho, que se encontrava completamente cheio, o presidente da Câmara de Lisboa sublinhou “Celebrar o 25 de Novembro porque todas as datas contam. E esta em particular é cada vez mais importante”.

Para Carlos Moedas, o “25 de Novembro” é “a vitória da democracia sobre qualquer tipo de totalitarismo, a vitória da democracia sobre o radicalismo”.

Acrescentou, ainda, “não podemos esquecer aquele dia 25 de Novembro e vê-lo à luz do dia de hoje” e “reavivar a memória é aquilo que qualquer democracia madura deve fazer”, sublinhou o autarca.

Na cerimónia, onde também discursou o general Rocha Vieira, foram entregues placas evocativas ao Coronel Florindo Baptista Morais, instrutor do Tenente José Coimbra na Academia Militar e a Vítor Manuel Pires, irmão do 2º Furriel, Joaquim Pires.

Um momento musical com Armindo Fernandes na guitarra portuguesa e Pedro Soares na viola do fado, encerrou a cerimónia.

Também no dia de hoje decorreu, no Palácio Galveias, a conferência "Democracia e Liberdade: Cumprir Abril em Novembro", com a participação de Álvaro Beleza e José Miguel Júdice, moderado por Helena Matos.

Ainda no âmbito desta comemoração, encontra-se patente na Praça do Município, até 17 de dezembro, a exposição “25N – a história que não te contaram” pelo Instituto +Liberdade.

No dia em que se assinalam 48 anos sobre o “25 de Novembro de 1975”, Carlos Moedas depositou uma coroa de flores, na Calçada da Ajuda, numa homenagem aos dois comandos que perderam a vida nas operações militares: Tenente José Coimbra e Furriel Joaquim Pires.

Já durante a cerimónia que decorreu no Salão Nobre dos Paços do Concelho, que se encontrava completamente cheio, o presidente da Câmara de Lisboa sublinhou “Celebrar o 25 de Novembro porque todas as datas contam. E esta em particular é cada vez mais importante”.

Para Carlos Moedas, o “25 de Novembro” é “a vitória da democracia sobre qualquer tipo de totalitarismo, a vitória da democracia sobre o radicalismo”.

Acrescentou, ainda, “não podemos esquecer aquele dia 25 de Novembro e vê-lo à luz do dia de hoje” e “reavivar a memória é aquilo que qualquer democracia madura deve fazer”, sublinhou o autarca.

Na cerimónia, onde também discursou o general Rocha Vieira, foram entregues placas evocativas ao Coronel Florindo Baptista Morais, instrutor do Tenente José Coimbra na Academia Militar e a Vítor Manuel Pires, irmão do 2º Furriel, Joaquim Pires.

Um momento musical com Armindo Fernandes na guitarra portuguesa e Pedro Soares na viola do fado, encerrou a cerimónia.

Também no dia de hoje decorreu, no Palácio Galveias, a conferência "Democracia e Liberdade: Cumprir Abril em Novembro", com a participação de Álvaro Beleza e José Miguel Júdice, moderado por Helena Matos.

Ainda no âmbito desta comemoração, encontra-se patente na Praça do Município, até 17 de dezembro, a exposição “25N – a história que não te contaram” pelo Instituto +Liberdade.

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