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Doca da Marinha apresenta plano de dinamização

O plano foi apresentado a 10 de janeiro, e “concentra os principais investimentos – na ordem dos 3.500.000€ – nas áreas da restauração e eventos”. 

Doca da Marinha

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Espaço Doca da Marinha

Já em fevereiro, deverá abrir o restaurante projetado pelo arquiteto Carrilho da Graça, que será liderado por Miguel Rocha Vieira, um “chef inovador”, na “aposta” de sair de Portugal, de “aprender lá fora”, que lhe garantiu 2 estrelas Michelin em Budapeste, na Hungria, afirmou o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas.

Na sua intervenção, o autarca deixou ainda um agradecimento à Armada pela “disponibilidade revelada para a deslocalização dos seus meios para que a Doca da Marinha pudesse assumir outras funções urbanas em zona tão emblemática da nossa cidade".

Queremos, afirmou, “que aqui exista um grande centro de atividades de lazer marítimo-turísticas. Em que, a par de barcos-táxi e veleiros, possam ser exibidas e postas em plena atividade embarcações tradicionais do Tejo, como aquelas que já aqui se encontram: canoas, varinos ou botes".

Com a inauguração da Doca da Marinha, em 2021, a par da reconstrução do Muro das Namoradeiras, a retirada do aterro do Cais das Colunas, a reabilitação e equipamento da Estação Sul e Sueste e a criação do Centro Tejo para promoção do rio, ficou concluído um ciclo de reabilitação da Frente Ribeirinha, numa faixa contínua desde o Cais do Sodré até ao Terminal de Cruzeiros de Santa Apolónia.
 

Já em fevereiro, deverá abrir o restaurante projetado pelo arquiteto Carrilho da Graça, que será liderado por Miguel Rocha Vieira, um “chef inovador”, na “aposta” de sair de Portugal, de “aprender lá fora”, que lhe garantiu 2 estrelas Michelin em Budapeste, na Hungria, afirmou o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas.

Na sua intervenção, o autarca deixou ainda um agradecimento à Armada pela “disponibilidade revelada para a deslocalização dos seus meios para que a Doca da Marinha pudesse assumir outras funções urbanas em zona tão emblemática da nossa cidade".

Queremos, afirmou, “que aqui exista um grande centro de atividades de lazer marítimo-turísticas. Em que, a par de barcos-táxi e veleiros, possam ser exibidas e postas em plena atividade embarcações tradicionais do Tejo, como aquelas que já aqui se encontram: canoas, varinos ou botes".

Com a inauguração da Doca da Marinha, em 2021, a par da reconstrução do Muro das Namoradeiras, a retirada do aterro do Cais das Colunas, a reabilitação e equipamento da Estação Sul e Sueste e a criação do Centro Tejo para promoção do rio, ficou concluído um ciclo de reabilitação da Frente Ribeirinha, numa faixa contínua desde o Cais do Sodré até ao Terminal de Cruzeiros de Santa Apolónia.
 

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