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Comemorações oficiais da implantação da República em Lisboa

A Bandeira Nacional foi hasteada hoje, 5 de Outubro, na varanda dos Paços do Concelho de Lisboa, local onde há 110 anos foi implantada a República em Portugal.

Hastear da Bandeira Nacional nos Paços do Concelho

Na sua intervenção – após o hastear da Bandeira, ao som do Hino Nacional – Fernando Medina sublinhou que deve ser prosseguida "uma política de verdade" sobre a situação atual. "É o momento de prosseguir a adaptação da realização das diversas atividades coletivas à situação da pandemia", afirmou o presidente da Câmara Municipal de Lisboa", acautelando a responsabilidade individual e "a cooperação entre todos, no sentido da diminuição dos riscos de saúde".

A "segunda crise de dimensões históricas numa década", lembrou o autarca, reforça a importância de "proteger, sem hesitações, o músculo económico e social do país".

Na Área Metropolitana de Lisboa, afirmou Fernando Medina, a aposta passa pela concretização de diversos programas em "4 linhas fundamentais": combate à pobreza e exclusão através da formação e melhoria das condições de empregabilidade; promoção de habitação digna para todos, reforçar os programas municipais de promoção de habitação acessível, e criação de uma efetiva rede de transporte coletivo pesado na área metropolitana.

Ato fundador da modernidade política e social

A instauração da República, "ato fundador da modernidade política e social em Portugal", introduziu "uma agenda progressista que, mais de 100 anos depois, continua atual", com "uma ideia de cidadania assente em direitos coletivos assegurados pela República", como o "direito à habitação, uma política de saúde pública e de uma escola que garantisse de iguais oportunidades para todos", concluiu Medina.

A cerimónia comemorativa – este ano com restrições no número de convidados, devido à situação de pandemia – contou com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, do Presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, do Primeiro Ministro, António Costa, e do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, além dos quatro presidentes dos tribunais superiores e cinco vereadores, um de cada força política representada na Câmara.

Na sua intervenção – após o hastear da Bandeira, ao som do Hino Nacional – Fernando Medina sublinhou que deve ser prosseguida "uma política de verdade" sobre a situação atual. "É o momento de prosseguir a adaptação da realização das diversas atividades coletivas à situação da pandemia", afirmou o presidente da Câmara Municipal de Lisboa", acautelando a responsabilidade individual e "a cooperação entre todos, no sentido da diminuição dos riscos de saúde".

A "segunda crise de dimensões históricas numa década", lembrou o autarca, reforça a importância de "proteger, sem hesitações, o músculo económico e social do país".

Na Área Metropolitana de Lisboa, afirmou Fernando Medina, a aposta passa pela concretização de diversos programas em "4 linhas fundamentais": combate à pobreza e exclusão através da formação e melhoria das condições de empregabilidade; promoção de habitação digna para todos, reforçar os programas municipais de promoção de habitação acessível, e criação de uma efetiva rede de transporte coletivo pesado na área metropolitana.

Ato fundador da modernidade política e social

A instauração da República, "ato fundador da modernidade política e social em Portugal", introduziu "uma agenda progressista que, mais de 100 anos depois, continua atual", com "uma ideia de cidadania assente em direitos coletivos assegurados pela República", como o "direito à habitação, uma política de saúde pública e de uma escola que garantisse de iguais oportunidades para todos", concluiu Medina.

A cerimónia comemorativa – este ano com restrições no número de convidados, devido à situação de pandemia – contou com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, do Presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, do Primeiro Ministro, António Costa, e do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, além dos quatro presidentes dos tribunais superiores e cinco vereadores, um de cada força política representada na Câmara.

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