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Urbanismo 

Começou em Lisboa a retirada de cabos “mortos” dos edifícios

O projeto municipal "Lisboa sem Fios" definiu duas zonas piloto que vão servir de teste para toda a cidade: Av. Fontes Pereira de Melo, em Arroios e Av. da Igreja, em Alvalade. As intervenções realizadas, a 18 de janeiro, permitem testar o trabalho conjunto entre a CML e os três operadores de telecomunicações na remoção de cabos "mortos" em postes e edifícios, e a transferência de cabos "ativos" para o subsolo.

Após décadas de instalação de redes de infraestruturas de eletricidade e de telecomunicações nos edifícios, a Câmara Municipal de Lisboa criou o programa Lisboa Sem Fios

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Programa Lisboa sem Fios

Após décadas de instalação de redes de infraestruturas de eletricidade e de telecomunicações nos edifícios, a Câmara Municipal de Lisboa criou o programa Lisboa saem Fios, em articulação com a Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM), os operadores de telecomunicações e o operador de rede de distribuição de energia elétrica (e-Redes).

O objetivo, explica a vereadora do Urbanismo, Joana Almeida é contribuir para a melhoria da imagem da cidade, incentivar a conservação e a valorização do edificado, e, paralelamente, modernizar a infraestrutura de telecomunicações e melhorar a qualidade do serviço prestado.

Em curso, acrescenta Joana Almeida, está o mapeamento da rede municipal de infraestruturas de telecomunicações em espaço público, e definição de um cronograma para a implementação faseada do programa em toda a cidade.

A revisão do Regulamento de Infraestruturas em Espaço Público, irá também promover a eliminação de cabos sem utilização efetiva das fachadas (cabos “mortos”) e a transferência de cabos ativos para o subsolo.

Após décadas de instalação de redes de infraestruturas de eletricidade e de telecomunicações nos edifícios, a Câmara Municipal de Lisboa criou o programa Lisboa saem Fios, em articulação com a Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM), os operadores de telecomunicações e o operador de rede de distribuição de energia elétrica (e-Redes).

O objetivo, explica a vereadora do Urbanismo, Joana Almeida é contribuir para a melhoria da imagem da cidade, incentivar a conservação e a valorização do edificado, e, paralelamente, modernizar a infraestrutura de telecomunicações e melhorar a qualidade do serviço prestado.

Em curso, acrescenta Joana Almeida, está o mapeamento da rede municipal de infraestruturas de telecomunicações em espaço público, e definição de um cronograma para a implementação faseada do programa em toda a cidade.

A revisão do Regulamento de Infraestruturas em Espaço Público, irá também promover a eliminação de cabos sem utilização efetiva das fachadas (cabos “mortos”) e a transferência de cabos ativos para o subsolo.

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