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Cultura 

Calçada Portuguesa é candidata a Património Cultural Imaterial

Câmara Municipal de Lisboa e Associação da Calçada Portuguesa apresentam proposta de inscrição da "Arte e Saber-Fazer da Calçada Portuguesa" no Inventário Nacional de Património Cultural

Calçada portuguesa no Cais do Sodré

A formalização da proposta foi anunciada publicamente hoje, 19 de março, numa cerimónia que homenageou o falecido Mestre Calceteiro Jorge Duarte, e os calceteiros de Lisboa, "a base e fundamento desta proposta", assinalou António Prôa, da Associação da Calçada Portuguesa.

A curto prazo, revelou o promotor da iniciativa, pretende-se também apresentar uma candidatura da calçada portuguesa a Património Cultural Imaterial da Humanidade (UNESCO), à semelhança do que foi feito com o Fado.

A Câmara assume um "compromisso absoluto" com este projeto, assegurou Fernando Medina. Para o presidente da autarquia, será importante todo o processo de melhoria do objeto da candidatura, e não apenas a obtenção da distinção.

Temos hoje mais e melhor calçada, disse. A melhoria das acessibilidades, defendeu, justifica a substituição pontual por pavimentos mais confortáveis, mas não inviabiliza o alargamento da calçada portuguesa em zonas onde se justifica.

Homenagem à atividade dos Calceteiros

A iniciativa da autarquia acontece na sequência de um processo que começou em 2017, com a instalação de um monumento de homenagem ao calceteiro na Praça dos Restauradores.

O conjunto escultórico, inicialmente colocado na Rua da Vitória, e que resultou de uma proposta da autarquia para homenagear a atividade dos calceteiros “através de um monumento que representasse esta arte", foi então retirado do espaço público para recuperação, fruto de vandalismo.

Marca identitária de Lisboa, a Calçada Portuguesa – arte de esculpir a pedra, conjugada com a criação de composições figurativas – é apontada por muitos como uma das razões para a singularidade da sua luz. Além de Portugal, a calçada portuguesa está presente em locais como Espanha, Gibraltar, Bélgica, República Checa, China, Macau, Malásia, Timor-Leste, Angola, Moçambique, África do Sul, Brasil, Estados Unidos e Canadá.

 

A formalização da proposta foi anunciada publicamente hoje, 19 de março, numa cerimónia que homenageou o falecido Mestre Calceteiro Jorge Duarte, e os calceteiros de Lisboa, "a base e fundamento desta proposta", assinalou António Prôa, da Associação da Calçada Portuguesa.

A curto prazo, revelou o promotor da iniciativa, pretende-se também apresentar uma candidatura da calçada portuguesa a Património Cultural Imaterial da Humanidade (UNESCO), à semelhança do que foi feito com o Fado.

A Câmara assume um "compromisso absoluto" com este projeto, assegurou Fernando Medina. Para o presidente da autarquia, será importante todo o processo de melhoria do objeto da candidatura, e não apenas a obtenção da distinção.

Temos hoje mais e melhor calçada, disse. A melhoria das acessibilidades, defendeu, justifica a substituição pontual por pavimentos mais confortáveis, mas não inviabiliza o alargamento da calçada portuguesa em zonas onde se justifica.

Homenagem à atividade dos Calceteiros

A iniciativa da autarquia acontece na sequência de um processo que começou em 2017, com a instalação de um monumento de homenagem ao calceteiro na Praça dos Restauradores.

O conjunto escultórico, inicialmente colocado na Rua da Vitória, e que resultou de uma proposta da autarquia para homenagear a atividade dos calceteiros “através de um monumento que representasse esta arte", foi então retirado do espaço público para recuperação, fruto de vandalismo.

Marca identitária de Lisboa, a Calçada Portuguesa – arte de esculpir a pedra, conjugada com a criação de composições figurativas – é apontada por muitos como uma das razões para a singularidade da sua luz. Além de Portugal, a calçada portuguesa está presente em locais como Espanha, Gibraltar, Bélgica, República Checa, China, Macau, Malásia, Timor-Leste, Angola, Moçambique, África do Sul, Brasil, Estados Unidos e Canadá.

 

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