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Avançam as obras das Unidades de Saúde Familiar de Marvila e Benfica

As novas Unidades de Saúde Familiar (USF) terão capacidade para 22 800 e 30 400 pessoas e abrem portas no segundo semestre de 2021. Em Lisboa, serão requalificadas 14 USF, financiadas pelo município num investimento total de 40 M€, no âmbito de uma parceria entre a Câmara Municipal e o Ministério da Saúde.

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O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, e a ministra da Saúde, Marta Temido, assinalaram, dia 23 de setembro, o arranque das obras das USF de nova geração, de Marvila e Benfica (Fonte Nova), de acordo com um programa de substituição progressiva dos equipamentos de saúde sem condições de acessibilidade e conforto para os utentes.

A obra, afirmou Fernando Medina, traduz a “modernização da rede de cuidados de saúde primários da cidade de Lisboa”.

Estas USF dispõem, além dos cuidados de saúde primários, de valências novas como análises laboratoriais, e serviços especializados em medicina dentária e nutricionista, entre outros. O apoio domiciliário, assinalou ainda o autarca, vai permitir maior qualidade no atendimento e uma menor deslocação aos hospitais.

Os novos centros de saúde, vão igualmente “promover a requalificação das freguesias, criando novas zonas de centralidade”, salientou.

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, e a ministra da Saúde, Marta Temido, assinalaram, dia 23 de setembro, o arranque das obras das USF de nova geração, de Marvila e Benfica (Fonte Nova), de acordo com um programa de substituição progressiva dos equipamentos de saúde sem condições de acessibilidade e conforto para os utentes.

A obra, afirmou Fernando Medina, traduz a “modernização da rede de cuidados de saúde primários da cidade de Lisboa”.

Estas USF dispõem, além dos cuidados de saúde primários, de valências novas como análises laboratoriais, e serviços especializados em medicina dentária e nutricionista, entre outros. O apoio domiciliário, assinalou ainda o autarca, vai permitir maior qualidade no atendimento e uma menor deslocação aos hospitais.

Os novos centros de saúde, vão igualmente “promover a requalificação das freguesias, criando novas zonas de centralidade”, salientou.

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