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Direitos Sociais 

Apoio habitacional facilita integração de pessoas sem-abrigo

No Bairro do Armador, em Marvila, há uma nova Unidade Municipal de Emprego e Autonomia, um projeto que visa garantir estabilidade habitacional para pessoas em situação de sem-abrigo, em processo de integração no mercado de trabalho.

A Unidade Municipal de Emprego e Autonomia visa garantir estabilidade habitacional para pessoas em situação de sem-abrigo, em processo de integração no mercado de trabalho

Com capacidade para 15 pessoas, de ambos os sexos, a iniciativa surge como resposta a uma necessidade identificada no Plano Municipal para a Pessoa em Situação de Sem-Abrigo.

A Unidade, próxima da rede de transportes públicos, foi adaptada para permitir uma intervenção próxima e individualizada. O espaço funcionará 24 horas por dia e, para além de garantir suporte habitacional, oferece acompanhamento psicossocial, alimentação, higiene e lavandaria. O apoio dado a cada beneficiário terá a duração máxima de seis meses.

Para o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, a prioridade em Lisboa passa por "trazer a dignidade a estas pessoas em situação de sem-abrigo. Só conseguimos mudar esta situação se conseguirmos olhar para a prevenção, para a intervenção e para a inserção dessas pessoas. Não basta ter teto, é preciso ter a dignidade do trabalho, para que essas pessoas votem a estar integradas".

Este projeto-piloto, desenvolvido em parceria com a Associação de Intervenção Comunitária Crescer na Maior, contará com um apoio municipal de 121 987 euros, e prevê parcerias com entidades privadas que possam integrar as pessoas na área da empregabilidade.

Com capacidade para 15 pessoas, de ambos os sexos, a iniciativa surge como resposta a uma necessidade identificada no Plano Municipal para a Pessoa em Situação de Sem-Abrigo.

A Unidade, próxima da rede de transportes públicos, foi adaptada para permitir uma intervenção próxima e individualizada. O espaço funcionará 24 horas por dia e, para além de garantir suporte habitacional, oferece acompanhamento psicossocial, alimentação, higiene e lavandaria. O apoio dado a cada beneficiário terá a duração máxima de seis meses.

Para o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, a prioridade em Lisboa passa por "trazer a dignidade a estas pessoas em situação de sem-abrigo. Só conseguimos mudar esta situação se conseguirmos olhar para a prevenção, para a intervenção e para a inserção dessas pessoas. Não basta ter teto, é preciso ter a dignidade do trabalho, para que essas pessoas votem a estar integradas".

Este projeto-piloto, desenvolvido em parceria com a Associação de Intervenção Comunitária Crescer na Maior, contará com um apoio municipal de 121 987 euros, e prevê parcerias com entidades privadas que possam integrar as pessoas na área da empregabilidade.

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