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700 anos da Marinha Portuguesa


O dia 12 de novembro assinalou os 700 anos de criação da Marinha portuguesa, por decreto real de D. Dinis, em 1317. O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, na qualidade de Chefe Supremo das Forças Armadas, presidiu às comemorações da efeméride, tendo embarcado em Belém para a passagem em revista às mais de três dezenas de navios da Armada nacional e de outras marinhas de guerra estrangeiras que se associaram a estas celebrações, fundeados em formação nas águas do Tejo.

Já no Terreiro do Paço, onde formaram em parada diversas forças militares navais, com um contingente de cerca de 800 elementos de vários destacamentos, o Presidente da República, após desembarcar na Doca da Marinha, juntou-se ao Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, ao presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, cuja autarquia foi parceira na organização do evento, ao secretário de Estado da Defesa Nacional, Marcos Perestrelo, e ao chefe do Estado Maior das Forças Armadas, general Artur Pina Monteiro, entre outras altas individualidades civis e militares.

A cerimónia comemorativa iniciou-se com a saudação ao Chefe de Estado com a execução do Hino nacional pela Banda da Armada e com a tradicional salva de vinte e um tiros (a partir do navio escola Sagres), seguindo-se o cumprimento ao bloco de Estandartes Nacionais e o solene momento de homenagem aos mortos em combate, com o toque de silêncio por terno de clarins.

O período de intervenções começou com a alocução histórica do chefe do Estado Maior da Armada, almirante António Silva Ribeiro, que traçou as principais linhas da evolução deste ramo das Forças Armadas, dos primórdios de trezentos aos nossos dias, em tantas campanhas e gloriosas jornadas, e prosseguiu com a intervenção do secretário de Estado da Defesa Nacional, Marcos Perestrelo. Para este responsável governamental, que evocou a alocução latina aposta no Arco da Rua Augusta traduzível comumente em "Para que as virtudes dos antepassados a todos nos sirva de exemplo", o nosso país e o mar "confundem-se", pois "no mar radica a nossa identidade". "Esta Marinha é do povo inteiro; celebrando a Marinha celebramos o mar e celebramos Portugal", concluiu Marcos Perestrelo.

O Presidente da República, Marcelo rebelo de Sousa, encerrou a cerimónia recordando que "somos uma nação marítima" e que "a defesa de todos faz-se em terra, no ar e no mar". Após elogiar múltiplos feitos dos nossos marinheiros, o Chefe de Estado sublinhou a necessidade de "continuar a investir na Armada", fazendo juz ao lema "Heróis do Mar" - "pois é esse o nosso destino", terminando com um "Viva a Marinha para que possa viver Portugal!".

 No final, perante alguns milhares de populares que acorreram às comemorações, desfilaram as forças em parada enquanto um esquadrão de helicópteros da Armada sobrevoava o Terreiro do Paço e os navios de guerra ancorados no Tejo.


Opens external link in new windowVeja aqui o vídeo da cerimónia

O dia 12 de novembro assinalou os 700 anos de criação da Marinha portuguesa, por decreto real de D. Dinis, em 1317. O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, na qualidade de Chefe Supremo das Forças Armadas, presidiu às comemorações da efeméride, tendo embarcado em Belém para a passagem em revista às mais de três dezenas de navios da Armada nacional e de outras marinhas de guerra estrangeiras que se associaram a estas celebrações, fundeados em formação nas águas do Tejo.

Já no Terreiro do Paço, onde formaram em parada diversas forças militares navais, com um contingente de cerca de 800 elementos de vários destacamentos, o Presidente da República, após desembarcar na Doca da Marinha, juntou-se ao Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, ao presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, cuja autarquia foi parceira na organização do evento, ao secretário de Estado da Defesa Nacional, Marcos Perestrelo, e ao chefe do Estado Maior das Forças Armadas, general Artur Pina Monteiro, entre outras altas individualidades civis e militares.

A cerimónia comemorativa iniciou-se com a saudação ao Chefe de Estado com a execução do Hino nacional pela Banda da Armada e com a tradicional salva de vinte e um tiros (a partir do navio escola Sagres), seguindo-se o cumprimento ao bloco de Estandartes Nacionais e o solene momento de homenagem aos mortos em combate, com o toque de silêncio por terno de clarins.

O período de intervenções começou com a alocução histórica do chefe do Estado Maior da Armada, almirante António Silva Ribeiro, que traçou as principais linhas da evolução deste ramo das Forças Armadas, dos primórdios de trezentos aos nossos dias, em tantas campanhas e gloriosas jornadas, e prosseguiu com a intervenção do secretário de Estado da Defesa Nacional, Marcos Perestrelo. Para este responsável governamental, que evocou a alocução latina aposta no Arco da Rua Augusta traduzível comumente em "Para que as virtudes dos antepassados a todos nos sirva de exemplo", o nosso país e o mar "confundem-se", pois "no mar radica a nossa identidade". "Esta Marinha é do povo inteiro; celebrando a Marinha celebramos o mar e celebramos Portugal", concluiu Marcos Perestrelo.

O Presidente da República, Marcelo rebelo de Sousa, encerrou a cerimónia recordando que "somos uma nação marítima" e que "a defesa de todos faz-se em terra, no ar e no mar". Após elogiar múltiplos feitos dos nossos marinheiros, o Chefe de Estado sublinhou a necessidade de "continuar a investir na Armada", fazendo juz ao lema "Heróis do Mar" - "pois é esse o nosso destino", terminando com um "Viva a Marinha para que possa viver Portugal!".

 No final, perante alguns milhares de populares que acorreram às comemorações, desfilaram as forças em parada enquanto um esquadrão de helicópteros da Armada sobrevoava o Terreiro do Paço e os navios de guerra ancorados no Tejo.


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